Um senhor de 63 anos, morador do bairro Tarumã em Anastácio, retornou à sua casa após quatro meses de tratamento de saúde em São Paulo e encontrou sua propriedade vandalizada. Durante sua ausência, ladrões arrancaram toda a fiação elétrica que ligava o padrão de energia à residência, deixando-a sem luz. Além disso, o cano do registro d'água estava quebrado, causando um grande desperdício de água. O idoso não encontrou sinais de arrombamento em portas ou janelas, e nenhum outro bem foi subtraído, mas o furto da fiação elétrica foi completo. A situação expõe a vulnerabilidade de casas desocupadas e a falta de segurança no bairro. O caso gera indignação e levanta questões sobre a proteção de propriedades em períodos de ausência prolongada
Um senhor de 63 anos, morador do bairro Tarumã, em Anastácio, retornou à sua casa após quatro meses de tratamento de saúde em São Paulo e se deparou com uma cena de desolação. Durante sua ausência, sua residência foi alvo de vandalismo, deixando-o sem luz e com um grande desperdício de água. A situação, que já é difícil para um idoso que enfrenta problemas de saúde, tornou-se ainda mais desoladora.
O morador, que preferiu não se identificar, contou que, ao chegar em casa no último dia 15, encontrou toda a fiação elétrica arrancada. Os fios que ligavam o padrão de energia à residência foram furtados, deixando a casa completamente sem energia. Além disso, o cano do registro d'água estava quebrado, causando um vazamento contínuo e um enorme desperdício de água.
O senhor não soube precisar quando o furto ocorreu, mas afirmou que não houve sinais de arrombamento em portas ou janelas. A casa ficou fechada durante os quatro meses em que ele esteve em São Paulo, e nenhum outro bem foi subtraído, além da fiação elétrica. "Os ladrões arrancaram tudo, puxaram pelos telhados. É uma judiação", lamentou o idoso.
A situação expõe a vulnerabilidade de casas desocupadas e a falta de segurança no bairro Tarumã. Moradores da região relataram que casos de furtos e vandalismo têm se tornado mais frequentes, especialmente em propriedades que ficam sem vigilância por longos períodos.
O caso gerou indignação entre os vizinhos e levantou questões sobre a necessidade de medidas mais eficazes para proteger as propriedades em períodos de ausência prolongada. "É revoltante ver um senhor que já está passando por dificuldades de saúde ainda ter que lidar com isso. Precisamos de mais segurança no bairro", afirmou uma moradora.
Enquanto isso, o idoso tenta resolver os problemas em sua casa e se recuperar do susto. A comunidade local se mobiliza para ajudá-lo, mas o caso serve como um alerta para a necessidade de maior atenção e proteção às residências desocupadas.